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a lua apaixonada chorou tanto, que do seu planto nasceu o rio mar...(samba da Portela)...
leia o resto dessa estória in Espiritualidade...
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Ogham é a mais antiga forma de escrita da Irlanda e Escócia. Atualmente, pode ser encontrada inscrita em centenas de pedras altas e estreitas, nas paredes de algumas cavernas, e também em objetos de ossos, marfim, bronze e prata. Originalmente, a escrita ogâmica foi especialmente desenvolvida para ser usada em bastões...


Jesus
Buddha









A única diferença é a velocidade em que conhecemos as coisas. Tecnologia sempre houve, o tempo todo simultaneamente em vários lugares do mundo. A diferença é que hoje temos a informação na era da instantaneidade, bateu - levou.
O que é mais importante disso tudo, na minha opinião, ninguém está pensando: as mudanças sensoriais que o nosso corpo está experientando e sofrendo. Tá todo mundo preocupado se compra Nokia ou iPhone, telefones que são distribuídos gratuitamente no Japão porque a tecnologia deles é considerada “inferior”. Se compra tv full hd, ‘lsd’, 60′…. enquanto na China a onda é ver novela brasileira no celular.

Enquanto isso nosso corpo é totalmente reprogramado. Somos capazes de ver tv, ler e-mail e falar ao telefone ao mesmo tempo. Isso porque a minha geração não nasceu digital, ela é imigrante. Os nascidos digitais fazem muito mais coisas ao mesmo tempo e claro, largam tudo ligado e espalhado pela casa. Mandamos muitos mais estímulos pro nosso cérebro e a plasticidade neural é tão incrível que se adapta às novas demandas como forma de sobreviência, é o darwinismo neural. É por isso que os nossos avós são tão ativos, podem ser lentos, podem não entender a mecânica do novo mundo, mas estão bombando o cérebro diante das tecnologias.
A modernidade, a chegada do cinema, da urbanização, dos bondes elétricos, da própria luz elétrica, do telefone, dos prédios, tudo isso já foi uma revolução. A roda, o fogo, a moradia, a escrita há mais de cinco mil anos…. Estamos todos o tempo criando novas tecnologias e pensamos nisso. Mas não pensamos em como nosso corpo reage e se altera para essas experiências. Como a modernidade exigiu um novo jeito de olhar o mundo, prestando atenção nas ruas ao caminhar.
A grande revolução está na maneira que devemos olhar nosso corpo. Como mudamos o modelo de cognição com os games; como mudamos nosso modelo de olhar com os games, com o telefone celular e com os e-books; como mudamos nosso modelo tátil ao lidar com as substâncias das telas de computadores, telefones celulares, câmeras digitais e totens; como alteramos nossas habilidades hápticas ao desfrutar momentos divertidos com o Wii; como nos preparamos para enfrentar o mundo real por meio dos os jogos de estratégia; como dirigimos melhor depois de Enduro (rs).
Nosso cérebro processa informações 4 bilhões de vezes mais rapidamente que o computador mais veloz dos dias de hoje. Isso significa que talvez implantem chips na pele pra aumentar nossa capacidade de armazenamento e nossas sensorialidades, ou talvez o corpo mesmo, sozinho, faça um upgrade.
O que vai ter que mudar obrigatoriamente são duas coisas: o modelo de ensino e o modelo de trabalho. Quem não está interessado em participar disso começando a partir de agora, estará fora da revolução. Mas isso eu vou deixar pra outro post, porque esse já tá grande.
Obs.: o título é um subtítulo do livro iBrain, e a imagem é do livro Sensorium, da Caroline Jones.
do blog: http://www.anaerthal.com.br/




Para suas legiões de seguidores, essa figura simbolizava a promessa da vida eterna. E não estamos falando de Jesus, que alguns dizem que foi para o inferno. Outros acham muito estranho ressuscitar para ir para o céu, já que se voltou a vida, deveria continuar vivendo; quem vai para o céu morreu… Mas eu divaguei.
Osíris foi um deus egípcio, que as pessoas adoravam há centenas de anos antes da vinda de Jesus. Mas se você pensou que estávamos falando de Jesus logo no início do artigo, não se assuste: o judeu é a figura mais famosa quando se trata de ressurreição, mas está longe de ser a única.
Isso traz um assunto científico à tona: a ressurreição é real?
Na medicina, já são vários os casos comprovados de pessoas que estavam sendo consideradas mortas e, subitamente, voltaram à vida – como um preso que sobreviveu ao enforcamento, ou a vítima de uma avalanche que, mesmo depois de ter sido encontrada e dada como morta, conseguiu se recuperar.
Mesmo que esses casos sejam confundidos com milagres, os especialistas dizem que essas pessoas foram vítimas de um diagnóstico mal feito, já que as vítimas não estavam literalmente mortas. Alguns se recuperaram depois que seu coração parou de bater ou depois que seus pulmões pararam de funcionar, mas nunca após a chamada “morte cerebral”.
Na mitologia, a fênix era uma ave que poderia viver até mil anos. Quando chegava a hora de morrer, ela queimava e renascia das próprias cinzas, para viver mais mil anos – assim por diante.
O islamismo, assim como o cristianismo, propaga a idéia de que depois dessa vida “atual”, nós seremos contemplados com a vida eterna.
Em religiões orientais, a idéia de vida eterna está ligada à reencarnação e ao karma. O conceito de karma varia entre o Budismo e o Hinduismo, mas, basicamente, significa que boas coisas acontecem com quem é bom e más coisas acontecem com quem é mau. Cada ato, seja ele bom ou ruim, irá retornar para a pessoa que o praticou.
Muitos ocidentais confundem o conceito de karma e acreditam que suas ações serão recompensadas ou cobradas nessa vida. No entanto, para os orientais, o cumprimento do karma ocorre nas próximas vidas. Simplificando, cada coisa ruim que acontece em sua vida atual é sua própria culpa – você fez algo para merecer isso em suas vidas passadas.
O movimento New Age também é baseado no mito da ressurreição. Só que o renascimento não seria individual – seria um renascimento coletivo, global, em que a humanidade cresceria.
No entanto, por mais fantásticos que os mitos envolvendo ressurreição sejam, eles não se comparam à imagem de um coelho (um mamífero) entregando ovos coloridos na páscoa. [Live Science]

Yggdrasil é a árvore que de acordo com os nórdicos é o eixo do mundo, a árvore era gigantesca em seu tronco se dividiam os nove mundos e as raízes era onde se encontrava Niflhein (o reino do gelo e das névoas) muitos pensam que Niflhein é o inferno, mas na verdade Helgardh que se localiza em Niflhein que é o inferno.
A árvore de Yggdrasil tem propriedades místicas, suas folhas são capazes de trazer os mortos de volta a vida e seus frutos são capazes de curar qualquer doença.
No topo de Yggdrasil se encontra a moradia dos deuses Asgard, onde se encontra a ponte Bifrost ou ponte arco-íris que se liga com o meio da árvore Midgard (a terra dos homens), Odin se enforcou em um dos galhos de Yggdrasil, mas voltou a vida com mágica.
Em Niflhein existe um dragão chamado Nidhogg que devora sem parar as raízes da árvore com o objetivo de a destruir, mas existem vários animais escondidos em Yggdrasil que distraem Nidhogg um deles é o esquilo Ratatosk.

"Como os celtas não deixaram obras escritas - apenas inscrições em objetos como taças e moedas - o que sabemos sobre eles vem de relatos dos romanos, surpresos com o fato de os druidas serem sacerdotes em tempo integral - pois em Roma essa função era acumulada por políticos, generais e magistrados", diz o historiador.
A principal fonte sobre os druidas é o próprio imperador Júlio César, que conta que eles tinham o privilégio de não pagar impostos e nem servir ao exército. Seus rituais incluíam sacrifícios humanos e, principalmente, o culto à natureza, toda ela considerada encantada por espíritos das árvores, bosques, lagos, fontes, cachoeiras e animais.
O druida (druid), na religião dos antigos povos celtas, especialmente os galos, era a pessoa que exercia as funções de sacerdote, poeta, juiz e legislador. Etimologicamente, a palavra druida deriva do galo dru-(u)id, que tinha o sentido de 'dono da ciência' ou 'muito sábio' entre os galos, povo pertencente ao tronco celta situado principalmente nos territórios das atuais, França, Bélgica e Luxemburgo a partir do ano 1000 a.C., aproximadamente.
O historiador romano Plínio o Velho, entretanto, relacionou etimologicamente a voz druida com o nome grego drãj 'carvalho', certamente pela importância que nos cultos religiosos druídicos tinham esta e outras árvores.Os druidas desempenhavam várias funções, eram sacerdotes, bardos, poetas e magos sem distinções como os historiadores gregos pensavam, inclusive Lucano.
O homem sábio que em muitas ocasiões se ocupava das questões religiosas desempenhava também o papel de conservar por tradição oral o patrimônio histórico, cultural e religioso ancestral, além de compor poemas satíricos em determinadas festas e celebrações.
Os druidas mais famosos da história, presentes em todas as sociedades celtas, foram os estabelecidos nas Galias e nas Ilhas Britânicas, onde eram os depositários de toda a tradição oral dos povos celtas.
Sua crença principal era a imortalidade do ser, visto que seus mortos continuavam vivendo em outro mundo, identificado como subterrâneo, onde o morto acompanhava seus deuses; os enterros celtas não eram diferentes. O corpo do morto era enterrado com todo tipo de objetos cotidianos, pois seu uso continuaria para sempre.
Apesar de sua elevada posição social, a estrutura social dos povos celtas fez com que participassem de todos os trabalhos da comunidade, tanto nos agrícolas como nas campanhas militares, embora sua principal ocupação era a educação dos jovens, a arbitragem nos litígios ocorridos entre as diversas tribos e a celebração dos diferentes ritos religiosos (especialmente os sacrifícios).
O hermetismo destes ritos, assim como seu caráter oral, fazia com que a capacidade mais admirada pelos druidas fosse sua memória, por isso seus sucessores na tribo deviam se destacar desde jovens nesse sentido, além de jurar honrar sempre aos deuses (o conhecimento era secreto), não obrar imprudentemente e estar sempre disponíveis para os serviços que demandasse a comunidade.
A vida cotidiana de um druida estava apoiada na estrita subserviência a estas regras e na observação da natureza, onde descobriram os usos medicinais; o respeito pelos bosques como lugares sagrados era outra de suas ocupações, para o qual contaram com o apoio da aristocracia militar das comunidades celtas.
São muito escassos os escritos sobre antigos galos, a maioria dos textos foi escrita em grego, embora alguns deles tenha relação direta com as atividades druídicas. Segundo estudiosos, os druidas não tinham livros sagrados, pois transmitiam sua doutrina e sua sabedoria de forma oral.
De acordo com registros, em 1971 foi encontrado um texto em doze linhas de uma oração a uma divindade desconhecida inscrita em uma prancha de chumbo na fonte de Chamalières, perto de Clermont-Ferrand (França). Em 1983, encontrou-se na aldeia do Veyssière (Aveyron, França), o chamado Chumbo do Larzak, de 57 linhas, inscrito uma mensagem para o outro mundo que devia levar até ali uma druidesa morta.
Muito importante também é o chamado Calendário de Coligny, encontrado no final do século XIX, gravado em uma prancha de bronze de quase um metro e meio de comprimento e 80 centímetros de largura, fonte da fé dos profundos conhecimentos astronômicos dos druidas galos.
Até o momento, tudo o que conhecemos sobre os cultos e as atividades druídicas, devemos aos historiadores gregos e, sobre tudo, latinos, cuja visão sabemos que às vezes estava muito deformada pela hostilidade entre o povo romano e o galo. Por outro lado, têm-se muitos mais dados a respeito dos druidas e, em geral, dos povos galos assentados na área continental que nas Ilhas Britânicas, já que o contato mantido pelos romanos com os galos foi muito mais contínuo e intenso.
Uma das mais importantes fontes históricas para o conhecimento das atividades druídicas é o tratado historiográfico De Belo Gallico 'Da guerra das Galias', de Júlio César, quem afirmou que os druidas constituíam uma espécie de casta de iniciados que deviam receber uma formação esotérica, muito rigorosa e prolongada, nas Ilhas Britânicas.
César também assinala que os druidas se encarregavam de presidir todos os sacrifícios públicos e privados, as atividades religiosas e, as que se estendiam as suas funções aos âmbitos político e judicial, já que eram eles os encarregados de impor sentenças e castigos judiciais.
Um druida era, segundo César, um homem considerado sábio, conhecedor dos segredos da astronomia, a geografia e da natureza, além dos religiosos, e que ostentava um prestígio máximo dentro de sua comunidade, o que lhe permitia estar isento de pagar tributos e de praticar o serviço militar.
Alguns dos dados contribuídos por César sobre o conteúdo da religião druídica são especialmente interessantes; por exemplo, quando afirma que "os druidas ensinam a doutrina segundo a qual a alma não morre, mas sim depois da morte passa de um a outro", em clara referência à doutrina da metempsicose ou transmigração das almas.
O sistema religioso galo druídico devia ser muito complexo e poderoso, já que o mesmo Suetônio o chamou "religião druida", é de nossa sabedoria que alguns de seus cultos exerceram grande fascinação e inclusive influíram e impregnaram em alguns cultos romanos. Entre as funções do druida, tinha em especial relevância à preparação e presidência de todos os sacrifícios.
O geógrafo grego Estrabão, nascido na Ásia Menor, estudou em Roma, viajou por diversos países e escreveu um tratado de Geografia em dezessete livros que chegou até nós praticamente na íntegra; afirmava que os druidas faziam sacrifícios humanos cujas vítimas eram homens consagrados, embora nenhum indivíduo pertencente à casta druídica podia ser sacrificado. Os sacrifícios humanos estavam estreitamente relacionados com a adivinhação.
Plínio o Velho, autor e naturalista clássico, escreveu Naturalis Historia, um vasto compêndio das ciências antigas distribuído em 37 livros em 77 d.C., recordava que "terminados os preparativos necessários para o sacrifício e o banquete sob a árvore (um carvalho), levam ali dois touros brancos".
Sabe-se, além disso, que entre os conhecimentos transmitidos de forma oral e esotérica pelos druidas estavam os relativos à magia, ao uso de ervas, cabelos e águas medicinais e a determinação de dias fastos e nefastos, etc.
Este tipo de conhecimento druídico, afirmava alguns historiadores antigos, se relaciona também com as rituais pitagóricos gregos.
De acordo com estudiosos, a autoridade do druida estava muitas vezes acima da autoridade do rei, com o qual os sacerdotes druidas desempenhavam um papel importante, a primeira palavra era sempre a deles, e nas eleições, eram os druidas que regulamentavam e orientavam.
Sacerdotes druidas de maior prestígio podiam converter-se eles mesmos em reis. Sabe-se que o druida Mog Ruith foi chamado pelos galos do Munster, ofereceram-lhe grandes recompensas, mas Mog Ruith recusou a realeza.
O druida, além de desempenhar normalmente as funções de juiz penal e de juiz legislador, podia exercer também em muitas ocasiões o papel de árbitro de qualquer questão política ou conflito interno que tivesse lugar dentro da comunidade, e inclusive de mediador entre várias comunidades.
Em alguns lugares chegaram a fundar centros de culto druídico de especial relevância, como o santuário britânico de Anglesey, cuja destruição ocorreu no século I d.C. pelo exército romano, descreveu Tácito.
Existem notícias, embora muito escassas e confusas, a respeito da existência de druidesas (ou druidas femininas).
Há dados, por exemplo, de uma comunidade de sacerdotisas femininas que Pomponius Mela localizou em Sena, à beira do Mar Britânico: conforme parece, estava formada por nove sacerdotisas virgens especializadas em profetizar o futuro e realizar curas mágicas, mas também em provocar tempestades e em transformar pessoas em animais, ações deste tipo contribuíram para associarem as druidesas às bruxas.
É possível que ecos destes cultos druídicos femininos sobrevivessem, por exemplo, nos ritos realizados pelas monjas do monastério irlandês do Kildare, que mantinham um fogo perpétuo em honra da Santa Brígida, Santa cristã, continuação de uma antiga divindade indo-européia.
Os druidas combateram com feroz resistência à dominação romana da Gália, mesmo com a união de todas as tribos celtas, a vitória de Júlio César (52 a.C.) foi inevitável, e segundo estudiosos, eliminou a civilização celta.
A cultura e a religião druídica mantiveram quase plenamente sua vitalidade até que foram progressivamente marginalizadas e perseguidas.
O cristianismo fez todo o possível para erradicar qualquer tipo de culto religioso pagão, apesar de esquecer de erradicar também a sua influência, especialmente no terreno da religiosidade popular, pois muitas das crenças mágicas antigas ainda sobrevivem, modificando apenas os seus nomes.
Além disso, aceitou a continuidade da figura do antigo bardo ou poeta, que após, e durante boa parte da Idade Média, seguiu sendo o depositário da memória oral e do patrimônio poético dos povos de ascendência celta.
Fato é que a influência dos druidas deve ter sido considerável, pois três imperadores romanos tentaram extinguí-los por decreto como classe sacerdotal num prazo de 50 anos - sem sucesso. O primeiro foi Augusto, que impediu os druidas de obter a cidadania romana.
Em seguida, Tibério baixou um decreto proibindo os druidas de exercerem suas atividades e finalmente Cláudio, em 54 d.C., extinguiu a classe sacerdotal. Certo mesmo é que, 300 anos mais tarde, os druidas ainda continuavam a ser citados por autores como Ausonio, Amiano Marcelino e Cirilo de Alexandria, como uma classe social e religiosa de extrema importância e respeitabilidade.
A partir do século XVI vieram à luz diversas correntes de pensamento religioso que tentaram restaurar as antigas crenças e ritos druídicos e opô-los à ortodoxia cristã dominante. Estas seitas neodruídicas têm um fundo ideológico apegado à magia natural e ao culto panteísta à natureza, e conta com comunidades como a Druid Order 'Ordem Druida', fundada em 1717, que se mantém viva até a atualidade.
Outros nomes deste tipo de seitas são os de Antiga Ordem dos Druidas, Confraternidade Filosófica dos Druidas, Ordem Druida, Fraternidade dos Druidas, Bardos e Poetas ou Igreja Celta Renovada.
Atualmente, esses tipos de movimentos religiosos se acham em pleno processo de expansão, devido à decepção de muitas pessoas diante das religiões tradicionais, à tendência ao retorno a formas de pensamento e de mística naturalista, e ao renovado auge do celtismo e de sua estética musical e cultural.
Compilado e Traduzido por
Luciana Bocchetti
Fontes
Enciclopedia Universal Micronet - © Micronet 1998, Octubre 1998
SI 1988
Ilustrações
The Druid. - Bill Worthington
Salmer - Nick Beale, 1995 - James Alexander, 1995.
The Druidess. – LaRoche
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